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Desde terça-feira, 26/01, dirigentes do Sintetel estão protestando junto com os trabalhadores das prestadoras de serviços em telecom de todo o estado de São Paulo. O motivo é a sinalização das empresas terceirizadas de que não irão pagar o PPR/2016 aos seus trabalhadores.
Os protestos seguem por tempo indeterminado. O Sindicato aguarda um posicionamento das empresas envolvidas (prestadoras e operadoras) para esclarecer o problema.
Entenda o caso:
No ano passado, o Sintetel se reuniu com as empresas prestadoras de serviços para antecipar a negociação do Programa de Participação nos Resultados (PPR) de 2016. Algumas empresas compareceram, outras não. Mesmo assim, as que participaram também não passaram nenhum posicionamento efetivo sobre o assunto, mas deram sinal de que teriam problemas para pagar o PPR.
De acordo com as empresas, os novos contratos negociados com as operadoras foram mais arrochados e, por isso, não teriam condições de pagar o PPR/2016.
O Sintetel entende que os trabalhadores não têm culpa ou qualquer relação com os contratos precarizados negociados entre operadoras e prestadoras.
Pelo contrário, o trabalhador sempre fez e faz a sua parte. Ele é responsável por manter a qualidade dos serviços das empresas, que geram lucros aos patrões.
O PPR já é uma conquista da nossa categoria e o trabalhador conta com esse dinheiro todos os anos.
Não podemos deixar que este ano seja diferente!
O Sintetel segue cobrando a negociação do PPR. Mas, com a falta de resposta das empresas, o sindicato patronal e as contratantes foram acionados para ficarem cientes de que, se não negociar, o trabalhador vai parar!
PRECARIZAÇÃO
Outra grande preocupação com esses contratos precarizados fechados entre prestadoras e operadoras é de as empresas contratadas não só deixarem de pagar o PPR como também demitir e recontratar por meio de empresas informais (gatas) para reduzirem ainda mais os gastos. Essas “gatas” não registram o trabalhador e não pagam diversas garantias legais conquistadas em Convenções pelo Sindicato.
Não interessa ao trabalhador de quem é a culpa. O que importa é garantir que nossos direitos e conquistas sejam cumpridos e respeitados!
PRONTOS PARA A MOBILIZAÇÃO!
Em fevereiro, o Sintetel voltará aos locais de trabalho para comunicar o posicionamento das empresas e, se necessário, juntos com os trabalhadores, intensificará os protestos.
VAMOS MOSTRAR A NOSSA FORÇA!
QUE FIQUE CLARO: SEM O PPR, NÓS VAMOS PARAR!