Siga o Sintetel:



Comunicado

Valores das colônias de férias serão reajustados

Os preços de hospedagem nas Colônias de Férias do Sintetel de Praia Grande e Caraguá II serão reajustados a partir de fevereiro de 2015. A alteração vale também para o carnaval. 

Clique aqui e veja os novos valores das diárias


Enquete

O Brasil conseguirá eliminar o desmatamento da Amazônia em 30 anos?

Sim, foi um compromisso do Brasil assumido perante o mundo

Em termos, conseguirá mas não neste prazo

Não, isso não passa de discurso para impressionar o mundo

Votar

| Ver enquetes antigas |

Nossas

Ver todas

Aposentados

Homenagem ao Dia Internacional da Mulher repete tradicional sucesso

Telecomunicação

Em Congresso que discutiu reformas para o Brasil, UGT escolhe dirigentes do Sintetel para executiva nacional

Revista

Duas Dilmas ?


Tire suas Dúvidas

Acordo coletivo x Dissídio coletivo

Apesar de muito semelhantes, os termos acima representam ações bem diferentes no que diz respeito ao dia-a-dia do trabalhador. Abaixo disponibilizamos as explicações detalhadas de como funciona cada um desses procedimentos:

ACORDO COLETIVO

É uma forma de contrato prevista na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Ele abrange empresas em específico, não toda a categoria correspondente. Depois de aprovado, o Acordo Coletivo funciona como uma “constituição” para os trabalhadores da companhia em questão. A discussão e conteúdo do Acordo são sempre negociados entre a própria empresa e os trabalhadores, que devem chegar a um consenso.

Tudo o que estiver homologado no acordo tem força de lei pelo prazo de, geralmente, um ano. Nele são tratadas questões referentes às novas propostas salariais e questões trabalhistas. Se estiver no acordo, tem força de lei.

DISSÍDIO COLETIVO

Quando trabalhadores e empregadores não conseguem solucionar diretamente as negociações para o Acordo Coletivo, pode-se contar com a Justiça para resolver o impasse. São nestas situações que acontece o Dissídio Coletivo. Após discordância na negociação, empregadores e empregados chegam ao processo de mesa redonda, mediado por órgãos regionais do Mistério do Trabalho, para tentar a conciliação. No Dissídio, remete-se para a Justiça do Trabalho a apreciação da Pauta de Reinvidicações. Importante destacar que o dissídio coletivo só será instaurado se houver concordância das partes envolvidas.

No caso da intransigência passar os procedimentos legais, os empregados poderão realizar uma greve, a qual poderá, no decorrer de seu julgamento, também se transformar em dissídio coletivo.

Portanto, nesses casos, há a intervenção da Justiça do Trabalho para resolver o impasse entre empresa e trabalhador com o intuito de chegar-se ao Acordo Coletivo de Trabalho.

<< Voltar